terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
SAUDADE
Olhei para a tua boca e ouvi tua voz sussurrando...Cheguei mais perto para sentir tua respiração batendo em mim
Acariciei teus lábios...
Entorpecida, pedi tuas mãos na minha pele
Pedindo calma e força.
Contornei tuas formas na ponta dos dedos...
Refiz o trajeto que eu mesma desenhei
Repassando cada traço teu...
Sentindo a textura,
Os poros mais envelhecidos
As fases
Marcas...
E te tomei em meus braços, num abraço infindo,
Apertando teus desejos nos meus
E despertando toda saudade que havia em nós.
[Ana €!¡sa]
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
SE TU VIESSES
Todos os meus sentidos poderiam chorarondas de alegria se tu viesses como quem quer amar
e sem mácula de amores perdidos criasses em meu corpo novo começo.
Eu entenderia a plenitude das coisas, viveria em eterna harmonia
e por segundos inventaria o clímax de mil motivos.
Talvez me transformasse em água, azul mais puro em teu peito,
perfeita fêmea a desdobrar segredos antes só sonhados,
cálida dama a gemer do paraíso a verdade do sim, doma-me.
Consuma meus seios, minha carne necessita-te amante e mais,
senhor de tudo o que quero no fervor dos teus lábios sacanas.

E embora sobrasse em mim a menina que tu conheces,eu teria sorrisos que verias feito estrelas em cada ato teu.
Concha de amanheceres multicoloridos no delírio dos prazeres,
único fim para margaridas nos olhos se tu viesses
canteiro para todos os meus desvarios.
[Eliane Alcântara]
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
MINHA SAUDADE
Minha saudade de vocêParece ventania...
vem leve, revolve, agita...
vibra em acordes tristes
até envergar meus alicerces, tão frágeis.
Ás vezes parece brisa fresca
mansa,
envolvente...
fria e úmida...
causando letargia.
Minha saudade vem como ondas do mar bravio...
forte e derrubando todas as estruturas.
Tem dias de calmaria, dos teus braços
com a força do teu abraço...
Minha saudade tem teu nome
tem teu cheiro...
tua voz...
minha saudade é você!!
[Ana €!¡sa]
terça-feira, 17 de novembro de 2009
LÚDICA VISÃO

Inda que ausentes de meu corpo
A nudez de tua carne ou o calor de tuas idéias
Corta-me a inocência as tardes azuis
Em teus olhos caramelos.
Então, venhas devagar e inundes minha sina
De frases vermelhas a galoparem
línguas
No fértil espaço de nossas loucuras
Onde nos encaixamos presença
e sonho.
Penetra-me a alma em desespero maduro
Faz de minha boca o teu ninho
De minhas mãos a tua guia
E fibra a fibra construas nosso tempo sem fim.

Dedico-me a confluência de teus delírios
E de ser tua incansável serva
transformo-me em dona
Do que nos cabe em um mergulho ao fundo
Na acrobacia dos amantes efetivamente possuídos.
Doma-me em tua cama
Em teus braços toma-me realidade
Plumas excêntricas
de atos despudorados
No libérrimo riso de quem goza a vida.
Não tardes tu o encontro ou mates a espera
Dentro de mim reina a tua
presença
Para que alcances o crepúsculo das cores
Na delirante paixão
dos sabores que bebo
Em teus olhos caramelos.
[Eliane Alcântara]
A nudez de tua carne ou o calor de tuas idéias
Corta-me a inocência as tardes azuis
Em teus olhos caramelos.
Então, venhas devagar e inundes minha sina
De frases vermelhas a galoparem
línguas
No fértil espaço de nossas loucuras
Onde nos encaixamos presença
e sonho.
Penetra-me a alma em desespero maduro
Faz de minha boca o teu ninho
De minhas mãos a tua guia
E fibra a fibra construas nosso tempo sem fim.

Dedico-me a confluência de teus delírios
E de ser tua incansável serva
transformo-me em dona
Do que nos cabe em um mergulho ao fundo
Na acrobacia dos amantes efetivamente possuídos.
Doma-me em tua cama
Em teus braços toma-me realidade
Plumas excêntricas
de atos despudorados
No libérrimo riso de quem goza a vida.
Não tardes tu o encontro ou mates a espera
Dentro de mim reina a tua
presença
Para que alcances o crepúsculo das cores
Na delirante paixão
dos sabores que bebo
Em teus olhos caramelos.
[Eliane Alcântara]
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
TUAS MÃOS
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
ESBOÇO

Quando sinto sua pele a minha roçar
Gozo nossas leves mordidas
E golpeio sua nuca com a língua.
Meu corpo em festa
É entrega, devoção sem dúvidas,
Envolvimento em arte e prosa.
Remete-me seu amor desesperado
Em dedos juntos, suados, melados.
No colchão joelhos fincados: suave adesão.

Dono dos meus carinhos sorri safadamente.
Minha boca engole a sua, salivada.
Morno enxerta os meus delírios.
Lambo-o, cadela carinhosa com a cria.
Da sublimidade do ato, o que mais amo,
É seu jeito animal a tatuar-me os dias.
[Eliane Alcântara]
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
ESCREVENDO...
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
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