terça-feira, 4 de maio de 2010
ATRAÇÃO...
segunda-feira, 3 de maio de 2010
GUARDA-ME
...Guarda-me no seu coração
Como se eu fosse as batidas
Sem ritmo, em aceleração...
Guarda-me em seu bem querer
Como um poema de amor,
Uma doce canção...
Como se eu fosse as batidas
Sem ritmo, em aceleração...
Guarda-me em seu bem querer
Como um poema de amor,
Uma doce canção...
domingo, 2 de maio de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
PENSAMENTO
Lembro-me de ti
Nesse instante absoluto,
A vida conduzida por um fio de música.
Intenso e delicado, ele vai-nos fechando num casulo
Onde tudo será permitido.
Se é só isso que podemos ter,
Que seja forte. Que seja único.
Tão íntimo quanto ouvirmos a mesma melodia,
Tendo o mesmo - esplêndido - pensamento.
[Lya Luft]
Nesse instante absoluto,
A vida conduzida por um fio de música.
Intenso e delicado, ele vai-nos fechando num casulo
Onde tudo será permitido.
Que seja forte. Que seja único.
Tão íntimo quanto ouvirmos a mesma melodia,
Tendo o mesmo - esplêndido - pensamento.
[Lya Luft]
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
DENTRO DE MIM....
Meu tesouro predileto; só você me faz assim; extrai o que de bom existe no meu coração.
Se doa numa dança romântica e habita, sem hesitar, o lar que há em mim!...
[Gustavo Drummond]
[Gustavo Drummond]
segunda-feira, 19 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
MEU JEITO
'Teu jeito'
Temos em comum algo que é amar
Mas não na simplicidade da palavra
Tem que ter verdade e muito mar
Pois de ti tirei palavras a consumar
A dádiva não é só de quem ouve
E muito mais daquele que diz
Pois se fala é para ela sentir
Nada de ao vento e sim ao ventre
Mas não na simplicidade da palavra
Tem que ter verdade e muito mar
Pois de ti tirei palavras a consumar
A dádiva não é só de quem ouve
E muito mais daquele que diz
Pois se fala é para ela sentir
Nada de ao vento e sim ao ventre
sexta-feira, 16 de abril de 2010
RESPOSTA
A resposta do meu amorEstá no meu silêncio
No mesmo silêncio
Que você encontrou no meu peito
Ou na minha boca
Que não te balbuciou nenhum gemido
Nenhuma palavra mutilada
O meu amor está no nada que digo
E no muito que sinto
Tudo tão simples
Tão óbvio
Nada de complicado ou sinistro
Talvez amar seja isto!
[Simplesmente Teresa]
quarta-feira, 14 de abril de 2010
COMO...?
Que canto há de cantar o que perdura?A sombra, o sonho, o labirinto, o caos
A vertigem de ser, a asa, o grito.
Que mitos, meu amor, entre os lençóis:
O que tu pensas gozo é tão finito
E o que pensas amor é muito mais.
Como cobrir-te de pássaros e plumas
E ao mesmo tempo te dizer adeus
Porque imperfeito és carne e perecível
E o que eu desejo é luz e imaterial.
Que canto há de cantar o indefinível?
O toque sem tocar, o olhar sem ver
A alma, amor, entrelaçada dos indescritíveis.
Como te amar, sem nunca merecer?
[Hilda Hilst]
segunda-feira, 12 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
ESPERA
O tempo parece não correr
E as horas passam lentas
Alheias a minha saudade
Ignoram minha vontade...
Vem logo, não demora.
Meus olhos anseiam
Ver a saudade no teu olhar
E o desejo no seu rosto
Vem me matar a fome.
E assim, protegida no teu peito,
Não preciso mais nada
Apenas do seu sorriso
E ouvir seu respirar
Perfume envolvente
Que me desmonta
Deixa-me tonta, inebria.
Vem depressa...
Sem pressa de ir embora
Tira-me os sentidos
Esquece as horas
Pensemos no agora...
Quebremos as amarras
Revivamos os momentos
Presos na memória
Entre risos e gemidos
Fomos felizes
Violando sentidos
Inconsequentemente felizes...
[Gloria Salles]
E as horas passam lentas
Alheias a minha saudade
Ignoram minha vontade...
Vem logo, não demora.
Meus olhos anseiam
Ver a saudade no teu olhar
E o desejo no seu rosto
Vem me matar a fome.
E assim, protegida no teu peito,
Não preciso mais nada
Apenas do seu sorriso
E ouvir seu respirar
Perfume envolvente
Que me desmonta
Deixa-me tonta, inebria.
Vem depressa...
Tira-me os sentidos
Esquece as horas
Pensemos no agora...
Quebremos as amarras
Revivamos os momentos
Presos na memória
Entre risos e gemidos
Fomos felizes
Violando sentidos
Inconsequentemente felizes...
[Gloria Salles]
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