sábado, 3 de abril de 2010
PARA TI EXISTO
Se queres dou-te poemas vestidos de mimE todas as palavras que o vento cria
Unindo os sentimentos que pairam sobre nós
Dou-te todos os momentos de amor e paixão
Loucos ou simplesmente ternos de afeto
Revelando-me para ti como nunca antes
E assim recolherei todas as ondas do mar
Apenas para te dar os gestos do meu ventre
Que emerge de força sempre que me amas
Se queres dou-te nas mãos a pureza
De tudo o que tenho cá dentro
Para que saibas que para ti existo toda
[Madalena Palma]
E AGORA...?
Não vejo mais você faz tanto tempoQue vontade que eu sinto
De olhar em seus olhos, ganhar seus abraços
É verdade, eu não minto
E nesse desespero em que me vejo
Já cheguei a tal ponto
De me trocar diversas vezes por você
Só pra ver se te encontro
Você bem que podia perdoar
E só mais uma vez me aceitar
Prometo agora vou fazer por onde nunca mais perdê-lo
Agora, que faço eu da vida sem você?
Você não me ensinou a te esquecer
Você só me ensinou a te querer
...
[Composição: Fernando Mendes / José Wilson / Lucas]
segunda-feira, 29 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
PENSAMENTOS
Amo seu cheiro que vem com o vento
Acordar meus suspiros, acender minha teimosia.
Amo suas mãos delirantes a passear meu corpo,
Descobrir novas formas de prazer.
Entrego meus sentidos aos seus delírios,
Quentes abraços de ternura.
Visto a tarde de sussurros em seu ouvido,
Aninho minha sede em sua pele adocicada.
Beiro a consagração de nossos órgãos,
Enlaço nossas bocas ao cabível no que entorna de nós ao ar.
Relaxo minhas conclusões, embaralho nossas vestes.
Deslizo audácia em sua fome, comendo do que nos alimenta.
Amo sua determinação ao tomar-me,
Ao conduzir-me ao paraíso dos mortais,
Quarto crescente de tudo que nos é destinado.
Acordar meus suspiros, acender minha teimosia.
Amo suas mãos delirantes a passear meu corpo,
Descobrir novas formas de prazer.
Entrego meus sentidos aos seus delírios,
Quentes abraços de ternura.
Visto a tarde de sussurros em seu ouvido,
Aninho minha sede em sua pele adocicada.
Beiro a consagração de nossos órgãos,
Enlaço nossas bocas ao cabível no que entorna de nós ao ar.
Relaxo minhas conclusões, embaralho nossas vestes.
Deslizo audácia em sua fome, comendo do que nos alimenta.
Amo sua determinação ao tomar-me,
Ao conduzir-me ao paraíso dos mortais,
Quarto crescente de tudo que nos é destinado.
Escolho um som para nos musicarE de olhos fechados valso seu corpo
Em serena e louca perseguição.
Amo essa fantasia ensolarada, esse perfil cabalístico,
A tecer de nós um desejo único:
Esgotar de prazer escoando em início
O fogo que me queima quando penso em você.
[Eliane Alcântara]
EM TUDO...
Alcançou-me tão fundo
Porque contigo
Plantei os pés
Numa primavera
Nenhum outro olhar
Invadiu-me tão além
Porque contigo
Perdi as horas
Eternizando segundos
Nenhum outro cheiro, anseio...
Nenhum outro corpo, desejo...
Em tudo eu te brindo, te sinto
Em tudo eu te roço, te afloro
Amor, tudo em ti eu adorno!
[Cris Poesia e Cáh Morandi ]
quarta-feira, 24 de março de 2010
TU ÉS
O cheiro das noiteso ruído surdo
das madrugadas
a poeira da estrada
misturada aos vestígios
cálidos dos meus dias
...
O toque sutil do desejo
porções tímidas de ti
roçando minha pele
espalhando lembranças
pela memória do tempo
Tu és minha insensatez
os versos incendiados
da poesia derradeira
fragmentada e escondida
dentro do meu peito
[Van Albuquerque]
terça-feira, 23 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
VOCÊ
Você que me pega pelos braçosme jogando no meio de uma tempestade
afundando um olhar tão castanho
me toca, acorda os vulcões adormecidos:
eu que adoro me queimar no fogo
me gira, desperta em mim um furacão:
eu que não sei lidar com os ventos,
que perco o ar enquanto te admiro,
eu que já me contento em soltar
no teu pescoço um suspiro
[Cáh Morandi]
QUERO...
Quero apenas cinco coisas....Primeiro é o amor sem fim....
A segunda é ver o outono....
A terceira é o grave inverno....
Em quarto lugar o verão.....
A quinta coisa são teus olhos....
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser... sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando."
[Pablo Neruda]
MAR
O que me da prazerÉ navegar nas águas incertas
Do teu SER
Sem saber na verdade
Quem é Você
E se um dia voltará a ser o que foi
Por vezes vejo-te fonte pequena
A desaguar serena por entre
As corredeiras
Por outras
Torna-te mar agitado
Bramindo calado
Nos abismos da tua alma
Mantenho a calma!
Prossigo calada
Fingindo torpor
Na espera certeira
Que tuas águas adormeçam
Para que eu possa ser náufraga
Da paz do teu amor.
[Simplesmente Teresa]
sábado, 20 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
QUEM SABE UM DIA...
Quem sabe um diaEu te faça minha
Nua...úmida...
Decente e vulgar
Quem sabe um dia
Eu te deixe louca...vadia...
Santa pecando em meu corpo
Suando, se esfregando se entregando
Quem sabe um dia
Eu te penetre toda
Toda até o fim... até o fim de você
Cumprindo a saga, o destino
Com o MAR o céu e o inferno por testemunhas
Quem sabe...quem sabe...
Quem sabe um dia...
[Renan Torres]
quarta-feira, 17 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
HORAS ESCURAS
São nessas horas escuras que prefiroCompactuar nossos segredos
Pois a luz do dia não se faz confiável
E nossas palavras não devem ser como
Pólen a se espalhar por outras direções
Tudo o que confabulamos nas madrugadas
Deve ficar adormecido para que o dia atrevido
Não ouça o que proferimos
E assim...
TU e EU não corremos o risco de cairmos
Na conjectura de bocas infames
Nossa cumplicidade fica segredada
E quando a noite se vai...
Voltamos a ser inocentes.
[Simplesmente Teresa]
domingo, 14 de março de 2010
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