
É navegar nas águas incertas
Do teu SER
Sem saber na verdade
Quem é Você
E se um dia voltará a ser o que foi
Por vezes vejo-te fonte pequena
A desaguar serena por entre
As corredeiras
Por outras
Torna-te mar agitado
Bramindo calado
Nos abismos da tua alma
Mantenho a calma!
Prossigo calada
Fingindo torpor
Na espera certeira
Que tuas águas adormeçam
Para que eu possa ser náufraga
Da paz do teu amor.
[Simplesmente Teresa]
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