quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
VEM
Vem.Não se atrase tanto.
Já se faz cansada a espera
da alma tão amante da tua...
Já sabia da tua vida jorrando
ternura na minha...
Foram estações solitárias,
foram momentos inquietos,
buscando o sentido do afeto
pulsando no peito...
Foram noites silenciosas em
saudade chorosa...Saudade que
sentia teu respirar...
Somos um...
Vem...O vento já me trouxe
teu cheiro,a lágrima na face já
consagrou a emoção de te amar e
o meu corpo anseia abrigo no teu...
Vem...
(...)
[Cida Luz]
Já se faz cansada a espera
da alma tão amante da tua...
Já sabia da tua vida jorrando
ternura na minha...
Foram estações solitárias,
foram momentos inquietos,
buscando o sentido do afeto
pulsando no peito...
Foram noites silenciosas em
saudade chorosa...Saudade que
sentia teu respirar...
Somos um...Vem...O vento já me trouxe
teu cheiro,a lágrima na face já
consagrou a emoção de te amar e
o meu corpo anseia abrigo no teu...
Vem...
(...)
[Cida Luz]
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
SAUDADE
Olhei para a tua boca e ouvi tua voz sussurrando...Cheguei mais perto para sentir tua respiração batendo em mim
Acariciei teus lábios...
Entorpecida, pedi tuas mãos na minha pele
Pedindo calma e força.
Contornei tuas formas na ponta dos dedos...
Refiz o trajeto que eu mesma desenhei
Repassando cada traço teu...
Sentindo a textura,
Os poros mais envelhecidos
As fases
Marcas...
E te tomei em meus braços, num abraço infindo,
Apertando teus desejos nos meus
E despertando toda saudade que havia em nós.
[Ana €!¡sa]
LONGE DE TI
Agora que o silêncio é um mar sem ondas,e que nele posso navegar sem rumo,
não respondas
às urgentes perguntas
que te fiz.
Deixa-me ser feliz
assim,
já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer enquanto
o nosso amor
durou.
Mas o tempo passou,
há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
matar a sede com água salgada...
[Miguel Torga]
sábado, 6 de fevereiro de 2010
AGRADO
Eu não sabia o que fazer, e abri a blusa.Mais tarde eu ia dizer: foi sem pensar.
Ele me achou desnorteada, confusa,
Como acharia qualquer mulher que abre a blusa
E faz tudo que eu fiz só pra agradar.
Minha cabeca não era mesmo muito certa.
Mulher esperta eu nunca fui, mas deveria
Saber me colocar no meu lugar.
Não adiantava nada, eu era assim desatinada,
O tipo de mulher que faz as coisas sem pensar...
Você agora, me ouvindo contar essas histórias,
Talvez me ache também um pouco confusa.
E eu, que faco tudo pra agradar,
Já sem saber o que fazer, abro minha blusa,
Como faria qualquer mulher confusa em meu lugar!
[Bruna Lombardi
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
VOLTES
AUSENTE
Em cada canto, em cada lugarMesmo ausente estás presente
E a dor de te amar tão intensamente
É infinitamente maior
Contigo...assim distante
Do que aqui....comigo e presente
E mais uma vez numa madrugada solitária
Olho a lua brilhar para mim
Fecho os olhos e sinto-te aqui
Estendo a mão e toco em ti
E não quero acordar mais
Porque sei que se o fizer
Não te encontro
E perco mais um pouco de mim
[http://partilhando-o-meu-eu.blogspot.com]
EPÍLOGO
Você se fez minha doce canção
A cadencia descompassada
Do meu coração
Minhas ensolaradas manhãs
Fez dos meus braços teu ninho
Estampou no meu rosto o mais
Aberto sorriso
Agora vejo...

Teu corpo inerte
Tua boca emudecida
O silenciar da tua alegria
Finalizando em mim
O poetar
E a poesia!
No entanto...
Prefiro pensar assim...
É o epílogo
E não o fim!
[Simplesmente Teresa]
A cadencia descompassada
Do meu coração
Minhas ensolaradas manhãs
Fez dos meus braços teu ninho
Estampou no meu rosto o mais
Aberto sorriso
Agora vejo...

Teu corpo inerte
Tua boca emudecida
O silenciar da tua alegria
Finalizando em mim
O poetar
E a poesia!
No entanto...
Prefiro pensar assim...
É o epílogo
E não o fim!
[Simplesmente Teresa]
sábado, 30 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
SE SOU...

Calada sem dizer que te amo
Perseguem-me os teus fantasmas.
Inda que eu grite o vazio
Existente por tua partida
E diga que já não te quero
Minha voz é pouca e muda
Para profetizar tais besteiras.
Cola logo tua vida a minha
Já não tenho saída ou esconderijo.
Traz tua língua para o meu corpo
E devora o que resta de amor
No que só teu é fonte nova.
Esvazia minha mente de idiotices
Calca-me ao teu prumo.
Para ser fora de ti nada suporto
E matar-me é endeusar-te
Mártir de nem sei o quê.
Decida logo se sou tua,
Quem espera o tempo engole
Quem diz sim não tem escolha:
Vive e permanece.
Calada sem dizer que te amo
Passo
...
Morro sem crime
E tu... Não me consomes.
[Eliane Alcântara]
Já não tenho saída ou esconderijo.
Traz tua língua para o meu corpo
E devora o que resta de amor
No que só teu é fonte nova.
Esvazia minha mente de idiotices
Calca-me ao teu prumo.
Para ser fora de ti nada suporto
E matar-me é endeusar-te
Mártir de nem sei o quê.
Decida logo se sou tua,
Quem espera o tempo engole
Quem diz sim não tem escolha:
Vive e permanece.
Calada sem dizer que te amoPasso
...
Morro sem crime
E tu... Não me consomes.
[Eliane Alcântara]
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
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