
Não entendes meu desnorteio, não imaginas o inferno em que resido.
Me sinto debilitada diante desta antítese emocional que nos separa.
Por tanto que atravessamos, e por tanto que dividimos, não sei desligar-te de minhas rotinas, já que asfixio sem tua presença.
Te amo como passado, como presente, e sem ti, meu futuro seria incerto.
Perdoa-me pelo que sou.
Aceita-me que te aceito também.
Não condene meu desarranjo de ser, não julgue minhas infelicidades.
De modo que não mudaria, também não viveria sem ti.
Me sinto debilitada diante desta antítese emocional que nos separa.
Por tanto que atravessamos, e por tanto que dividimos, não sei desligar-te de minhas rotinas, já que asfixio sem tua presença.
Te amo como passado, como presente, e sem ti, meu futuro seria incerto.
Perdoa-me pelo que sou.
Aceita-me que te aceito também.
Não condene meu desarranjo de ser, não julgue minhas infelicidades.
De modo que não mudaria, também não viveria sem ti.
[Melina F.]
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