É esse amor me sugando,
Deflorando vontades
Sãs e apaixonadas...
Deixando corpo trêmulo
No desejo do que ainda
Não sentiu...
quarta-feira, 12 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
SENTIMENTO
Penso em você chegando
Sorriso aberto
Jeito franco
O teu corpo me cobrindo
Como um manto
Delirante de desejos
Sorriso aberto
Jeito franco
O teu corpo me cobrindo
Como um manto
Delirante de desejos
domingo, 9 de maio de 2010
POEMA
O poema que te faço hoje, é de coração.Nele vou expressar tudo
de amor e de paixão.
O tesão, deixo de lado ...
Os versos apaixonados, vou deixá-los
bem guardados, pra outra ocasião.
Mas tu podes ter certeza.
num momento de clareza,
num encontro definido,
vou cumprir a gentileza.
Com versos despudorados,
com beijos bem mais molhados,
eu te faço outro poema, onde tudo vale a pena.
[Adriano Hungaro]
LEIO
Leio o amor no livroda tua pele;demoro-me em cada
sílaba,no sulco macio
das vogais,num breve obstáculo
de consoantes,em que os meus dedos
penetram,até chegarem
ao fundo dos sentidos.Desfolho
as páginas que o teu desejo me abre,
ouvindo o murmúrio de um roçar
de palavras que se
juntam,como corpos,no abraço
de cada frase.E chego ao fim
para voltar ao princípio,decorando
o que já sei,e é sempre novo
quando o leio na tua pele.
[Nuno Júdice]
sábado, 8 de maio de 2010
EU, VOCE E TEUS VERSOS...
Jogo-me nua, nos teus solidários braçosescrevo meus desejos nas tuas vontades,
em cada linha desse caminho sem volta,
Levando-me no rastro dos teus afagos.
Declamando a tua farta poesia,
pelos meus cantos em demasia
na pausa latejante de teu verso
fazemos amor de modo perverso
Em poemas molhados de abraços,
Guia a língua que lava o sexo,
a tua boca que me beija louca
na fusão de nossos laços
Entrego-me nas tuas mãos de pecado,
ao som dos teus sussurros rimados
Sinto o teu prazer amanhecer,
no brilho desse teu olhar parado
Na ousadia deliciosa de teus gestos
Declamamos mais uma vez nosso ato de amor
Em convulsôes carnais,um cansaço, manifesto,
Descansamos exautos, eu,você e teus versos
[Roberta Lamm]
pelos meus cantos em demasia
na pausa latejante de teu verso
fazemos amor de modo perverso
Em poemas molhados de abraços,
Guia a língua que lava o sexo,
a tua boca que me beija louca
na fusão de nossos laços
Entrego-me nas tuas mãos de pecado,
ao som dos teus sussurros rimados
Sinto o teu prazer amanhecer,
no brilho desse teu olhar parado
Na ousadia deliciosa de teus gestosDeclamamos mais uma vez nosso ato de amor
Em convulsôes carnais,um cansaço, manifesto,
Descansamos exautos, eu,você e teus versos
[Roberta Lamm]
terça-feira, 4 de maio de 2010
ATRAÇÃO...
segunda-feira, 3 de maio de 2010
GUARDA-ME
...Guarda-me no seu coração
Como se eu fosse as batidas
Sem ritmo, em aceleração...
Guarda-me em seu bem querer
Como um poema de amor,
Uma doce canção...
Como se eu fosse as batidas
Sem ritmo, em aceleração...
Guarda-me em seu bem querer
Como um poema de amor,
Uma doce canção...
domingo, 2 de maio de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
PENSAMENTO
Lembro-me de ti
Nesse instante absoluto,
A vida conduzida por um fio de música.
Intenso e delicado, ele vai-nos fechando num casulo
Onde tudo será permitido.
Se é só isso que podemos ter,
Que seja forte. Que seja único.
Tão íntimo quanto ouvirmos a mesma melodia,
Tendo o mesmo - esplêndido - pensamento.
[Lya Luft]
Nesse instante absoluto,
A vida conduzida por um fio de música.
Intenso e delicado, ele vai-nos fechando num casulo
Onde tudo será permitido.
Que seja forte. Que seja único.
Tão íntimo quanto ouvirmos a mesma melodia,
Tendo o mesmo - esplêndido - pensamento.
[Lya Luft]
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
DENTRO DE MIM....
Meu tesouro predileto; só você me faz assim; extrai o que de bom existe no meu coração.
Se doa numa dança romântica e habita, sem hesitar, o lar que há em mim!...
[Gustavo Drummond]
[Gustavo Drummond]
segunda-feira, 19 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
MEU JEITO
'Teu jeito'
Temos em comum algo que é amar
Mas não na simplicidade da palavra
Tem que ter verdade e muito mar
Pois de ti tirei palavras a consumar
A dádiva não é só de quem ouve
E muito mais daquele que diz
Pois se fala é para ela sentir
Nada de ao vento e sim ao ventre
Mas não na simplicidade da palavra
Tem que ter verdade e muito mar
Pois de ti tirei palavras a consumar
A dádiva não é só de quem ouve
E muito mais daquele que diz
Pois se fala é para ela sentir
Nada de ao vento e sim ao ventre
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